Captura e registro
Todo documento entra pelo sistema, recebe identificador único e os metadados obrigatórios no momento da captura — nada nasce fora do controle.
A categoria que o CONARQ define e o edital cobra — entregue em uma frente só: arquivistas, instrumentos e o DocZ.

Classificação, prazo de guarda e trilha de auditoria rodando dentro do sistema — não em planilha paralela nem na memória de quem opera.
Guardar e recuperar documento qualquer sistema faz. O que caracteriza um SIGAD é o que acontece com o documento depois disso.
O documento entra no sistema já amarrado ao código de classificação — por função e atividade, não por uma pasta que alguém inventou. É o que permite achar tudo por lógica, e não por memória.
A tabela de temporalidade é aplicada na captura: o próprio sistema sabe quando cada documento vence, o que segue para guarda intermediária e o que entra na fila de eliminação.
Cada ação fica registrada em trilha de auditoria inviolável, sustentada por metadados. Sem isso, o documento digital abre — mas não vale como prova anos depois.
Eliminação com comissão, listagem e registro formal; recolhimento do que tem valor permanente para repositório confiável. O ciclo fecha — não termina em um disco que só cresce.
A diferença não é de funcionalidade, é de natureza: um guarda arquivos, o outro governa documentos arquivísticos. Sete critérios para separar os dois antes de assinar o contrato.
O arquivo — uma imagem ou um PDF avulso.
O documento arquivístico, dentro do processo e do contexto que o produziu.
Pastas e etiquetas criadas por quem faz o upload.
Plano de classificação por função e atividade, igual para toda a instituição.
Não trata. Na prática, tudo fica para sempre.
Tabela de temporalidade aplicada automaticamente, desde a captura.
Alguém aperta “excluir”.
Avaliação, listagem de eliminação, comissão, publicação e registro do ato.
Confia-se no arquivo como ele está.
Trilha de auditoria e metadados que sustentam a validade como prova.
Não existe — o acervo só cresce.
Recolhimento ao arquivo permanente ou a um repositório confiável (RDC-Arq).
O catálogo de funcionalidades do fornecedor.
O e-ARQ Brasil, o modelo de requisitos do CONARQ.
O modelo de requisitos do CONARQ é o que transforma “gestão documental” em critério objetivo de contratação. Estes são os blocos que ele cobra.
Todo documento entra pelo sistema, recebe identificador único e os metadados obrigatórios no momento da captura — nada nasce fora do controle.
O plano de classificação é estrutura do sistema, não uma sugestão: cada documento herda a posição na hierarquia de funções e atividades do órgão.
Prazos de guarda, eliminação e recolhimento controlados pelo sistema, com os instrumentos e as evidências que os órgãos de controle pedem.
Perfis de acesso por série documental, graus de sigilo, e um log de eventos que não pode ser alterado nem apagado por quem opera.
Trocar documentos e metadados com os sistemas que a instituição já usa, e exportar o acervo em pacotes íntegros — sem depender do fornecedor.
Formatos adequados, verificação de integridade e transferência do que tem valor permanente para repositório arquivístico digital confiável.
O e-ARQ Brasil não emite selo nem certificado: a aderência se demonstra requisito a requisito. Entregamos a matriz de aderência do DocZ ao modelo, item por item, como documento técnico do projeto.
Classificação na origem, temporalidade aplicada pelo sistema, trilha de auditoria e destinação final — construído sobre o e-ARQ Brasil e integrado ao restante da plataforma: SmartDocs para tramitação, Docfy para IA, InterDoc para integração e Eternal para preservação.
O que nos separa de um fornecedor de software é o que vem junto: arquivistas próprios para construir os instrumentos, e operação de guarda e tratamento para o acervo que ainda está em papel.

Um SIGAD só aplica a regra que existe. Por isso o código de classificação e a tabela de temporalidade vêm antes da configuração — e não como um ajuste no fim do projeto.
Diagnóstico
Levantamento de volumes, tipologias, sistemas em uso e do que já existe de instrumento arquivístico. É aqui que se descobre o tamanho real do projeto.

Instrumentos
Sem os dois instrumentos válidos e aprovados pela comissão de avaliação, o SIGAD não tem o que aplicar. Elaboramos ou revisamos junto com a CPAD do órgão.
Configuração
Os instrumentos viram configuração: hierarquia de classificação, prazos, perfis de acesso, tipos documentais e fluxos de tramitação da instituição.
Migração
Carga do acervo digital e dos metadados legados, com tratamento arquivístico antes da importação — migrar o caos só reproduz o caos dentro do sistema novo.
Operação assistida
Capacitação por perfil e acompanhamento nos primeiros ciclos reais, até que a classificação na origem vire rotina e os indicadores estabilizem.

Cada projeto é conduzido por consultoria arquivística e entregue em conformidade com as normas que regem a informação pública.
O modelo de requisitos do CONARQ para SIGAD — a régua contra a qual o sistema é avaliado no edital.
Lei 8.159/91 e Decreto 4.073/2002: a gestão documental como dever do órgão, não como escolha.
Os requisitos técnicos para que o documento digitalizado produza os mesmos efeitos legais do original.
Acesso granular, sigilo por série documental e trilha de auditoria — transparência e proteção de dados na mesma base.
O que gestores e áreas técnicas perguntam quando o SIGAD entra no planejamento da contratação.
Não. Um GED guarda e recupera arquivos; um SIGAD governa documentos arquivísticos — com plano de classificação, tabela de temporalidade, trilha de auditoria e destinação final. Na prática, todo SIGAD faz o que um GED faz, mas nenhum GED atende sozinho ao que o e-ARQ Brasil exige.
Não há selo emitido pelo CONARQ: o e-ARQ Brasil é um modelo de requisitos, e a aderência se demonstra requisito a requisito. Por isso entregamos a matriz de aderência do DocZ ao modelo, item por item — é esse documento que sustenta a avaliação técnica em uma contratação pública. Em outros mercados a régua é diferente: na saúde existe certificação formal, e o DocZ é certificado pela SBIS (S-RES, categoria Segurança da Informação, NGS2).
Precisa — e é comum não ter. Quando os instrumentos não existem ou estão desatualizados, eles fazem parte do escopo do projeto: nossos arquivistas elaboram ou revisam junto com a comissão de avaliação do órgão, antes da configuração do sistema.
Serve. O documento físico é registrado no sistema com a mesma classificação e a mesma temporalidade do digital, e o endereço da caixa na estante fica associado ao registro. É assim que um acervo híbrido passa a ter uma fonte única de consulta.
Sim. A camada de integração da plataforma — o InterDoc — conecta o DocZ ao SEI, ao PJe, a bases e a aplicações legadas, para que o documento circule entre os sistemas sem virar mais um silo.
Depende do que já existe. Quando os instrumentos arquivísticos estão válidos, a configuração e a entrada em operação assistida correm em poucos meses; quando é preciso elaborar código de classificação e tabela de temporalidade antes, essa etapa costuma dominar o cronograma. O diagnóstico inicial é justamente o que fecha esse número.
Empresas e órgãos que confiam na SOS Docs






































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Case — PRF100%
do acervo crítico recuperado e digitalizado
Após as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, resgatamos a memória institucional da corporação do acervo físico devastado à nuvem.
2.800 m
lineares resgatados
17.787
caixas tratadas
11 meses
de operação
Conte o cenário do seu órgão — o que já existe de instrumento arquivístico, o volume do acervo e os prazos — e devolvemos um diagnóstico com o caminho de implantação do SIGAD.

Um arquivista da SOS Docs avalia o seu cenário e desenha o projeto em cima dele.