SIGAD · e-ARQ Brasil

O SIGAD que o setor público exige, implantado por quem opera o acervo.

A categoria que o CONARQ define e o edital cobra — entregue em uma frente só: arquivistas, instrumentos e o DocZ.

S
Sistema
Um software só, com regra única — não um conjunto de pastas e planilhas.
I
Informatizado
A regra arquivística roda sozinha, aplicada pelo sistema e não pela memória de quem opera.
G
de Gestão
Governa o documento por todo o ciclo — da captura à destinação final.
A
Arquivística
A palavra decisiva: classificação, temporalidade e autenticidade, na norma do CONARQ.
D
de Documentos
Documento arquivístico com contexto e valor de prova — não arquivo solto.
Analista da SOS Docs operando o sistema de gestão documental, com os painéis de acompanhamento do acervo na tela

Classificação, prazo de guarda e trilha de auditoria rodando dentro do sistema — não em planilha paralela nem na memória de quem opera.

O que define um SIGAD

Quatro coisas que nenhum repositório de arquivos faz.

Guardar e recuperar documento qualquer sistema faz. O que caracteriza um SIGAD é o que acontece com o documento depois disso.

  1. 01

    Classifica na origem

    O documento entra no sistema já amarrado ao código de classificação — por função e atividade, não por uma pasta que alguém inventou. É o que permite achar tudo por lógica, e não por memória.

  2. 02

    Conta o tempo sozinho

    A tabela de temporalidade é aplicada na captura: o próprio sistema sabe quando cada documento vence, o que segue para guarda intermediária e o que entra na fila de eliminação.

  3. 03

    Prova a autenticidade

    Cada ação fica registrada em trilha de auditoria inviolável, sustentada por metadados. Sem isso, o documento digital abre — mas não vale como prova anos depois.

  4. 04

    Dá destino final

    Eliminação com comissão, listagem e registro formal; recolhimento do que tem valor permanente para repositório confiável. O ciclo fecha — não termina em um disco que só cresce.

SIGAD × GED

Quase todo fornecedor chama o GED de gestão documental.

A diferença não é de funcionalidade, é de natureza: um guarda arquivos, o outro governa documentos arquivísticos. Sete critérios para separar os dois antes de assinar o contrato.

Unidade de trabalho

GED / ECM

O arquivo — uma imagem ou um PDF avulso.

SIGAD

O documento arquivístico, dentro do processo e do contexto que o produziu.

Organização

GED / ECM

Pastas e etiquetas criadas por quem faz o upload.

SIGAD

Plano de classificação por função e atividade, igual para toda a instituição.

Prazo de guarda

GED / ECM

Não trata. Na prática, tudo fica para sempre.

SIGAD

Tabela de temporalidade aplicada automaticamente, desde a captura.

Eliminação

GED / ECM

Alguém aperta “excluir”.

SIGAD

Avaliação, listagem de eliminação, comissão, publicação e registro do ato.

Autenticidade

GED / ECM

Confia-se no arquivo como ele está.

SIGAD

Trilha de auditoria e metadados que sustentam a validade como prova.

Destinação final

GED / ECM

Não existe — o acervo só cresce.

SIGAD

Recolhimento ao arquivo permanente ou a um repositório confiável (RDC-Arq).

Régua de avaliação

GED / ECM

O catálogo de funcionalidades do fornecedor.

SIGAD

O e-ARQ Brasil, o modelo de requisitos do CONARQ.

e-ARQ Brasil

A régua contra a qual o sistema é avaliado.

O modelo de requisitos do CONARQ é o que transforma “gestão documental” em critério objetivo de contratação. Estes são os blocos que ele cobra.

Captura e registro

Todo documento entra pelo sistema, recebe identificador único e os metadados obrigatórios no momento da captura — nada nasce fora do controle.

Classificação

O plano de classificação é estrutura do sistema, não uma sugestão: cada documento herda a posição na hierarquia de funções e atividades do órgão.

Avaliação e destinação

Prazos de guarda, eliminação e recolhimento controlados pelo sistema, com os instrumentos e as evidências que os órgãos de controle pedem.

Segurança e auditoria

Perfis de acesso por série documental, graus de sigilo, e um log de eventos que não pode ser alterado nem apagado por quem opera.

Interoperabilidade

Trocar documentos e metadados com os sistemas que a instituição já usa, e exportar o acervo em pacotes íntegros — sem depender do fornecedor.

Preservação

Formatos adequados, verificação de integridade e transferência do que tem valor permanente para repositório arquivístico digital confiável.

O e-ARQ Brasil não emite selo nem certificado: a aderência se demonstra requisito a requisito. Entregamos a matriz de aderência do DocZ ao modelo, item por item, como documento técnico do projeto.

O SIGAD da SOS Docs

O DocZ é o nosso SIGAD.

Classificação na origem, temporalidade aplicada pelo sistema, trilha de auditoria e destinação final — construído sobre o e-ARQ Brasil e integrado ao restante da plataforma: SmartDocs para tramitação, Docfy para IA, InterDoc para integração e Eternal para preservação.

O que nos separa de um fornecedor de software é o que vem junto: arquivistas próprios para construir os instrumentos, e operação de guarda e tratamento para o acervo que ainda está em papel.

Painel do DocZ com o acervo classificado, prazos de temporalidade e indicadores de tramitação
Como implantamos

Instrumento primeiro, software depois.

Um SIGAD só aplica a regra que existe. Por isso o código de classificação e a tabela de temporalidade vêm antes da configuração — e não como um ajuste no fim do projeto.

  1. 01

    Diagnóstico

    Entender o acervo e a produção documental.

    Levantamento de volumes, tipologias, sistemas em uso e do que já existe de instrumento arquivístico. É aqui que se descobre o tamanho real do projeto.

    • Inventário do acervo
    • Mapa da produção
    • Matriz de riscos
    Analista da SOS Docs, de luvas e máscara, conferindo processo a processo o conteúdo de uma caixa do acervo
  2. 02

    Instrumentos

    Código de classificação e tabela de temporalidade.

    Sem os dois instrumentos válidos e aprovados pela comissão de avaliação, o SIGAD não tem o que aplicar. Elaboramos ou revisamos junto com a CPAD do órgão.

    • Código de Classificação
    • Tabela de Temporalidade
    • Validação na CPAD
  3. 03

    Configuração

    O DocZ parametrizado com as suas regras.

    Os instrumentos viram configuração: hierarquia de classificação, prazos, perfis de acesso, tipos documentais e fluxos de tramitação da instituição.

    • Parametrização
    • Perfis e sigilo
    • Tipologias e fluxos
  4. 04

    Migração

    O que já existe entra classificado.

    Carga do acervo digital e dos metadados legados, com tratamento arquivístico antes da importação — migrar o caos só reproduz o caos dentro do sistema novo.

    • Carga de metadados
    • Tratamento prévio
    • Conferência por lote
  5. 05

    Operação assistida

    As equipes operando, com quem implantou por perto.

    Capacitação por perfil e acompanhamento nos primeiros ciclos reais, até que a classificação na origem vire rotina e os indicadores estabilizem.

    • Capacitação por perfil
    • Acompanhamento
    • Indicadores
    Especialista da SOS Docs orientando um operador diante do painel do sistema, durante a operação assistida
Conformidade

O que um SIGAD precisa cumprir no setor público.

Cada projeto é conduzido por consultoria arquivística e entregue em conformidade com as normas que regem a informação pública.

e-ARQ Brasil

O modelo de requisitos do CONARQ para SIGAD — a régua contra a qual o sistema é avaliado no edital.

Lei de Arquivos

Lei 8.159/91 e Decreto 4.073/2002: a gestão documental como dever do órgão, não como escolha.

Decreto 10.278/2020

Os requisitos técnicos para que o documento digitalizado produza os mesmos efeitos legais do original.

LGPD e LAI

Acesso granular, sigilo por série documental e trilha de auditoria — transparência e proteção de dados na mesma base.

Perguntas frequentes

As dúvidas que aparecem antes de contratar.

O que gestores e áreas técnicas perguntam quando o SIGAD entra no planejamento da contratação.

SIGAD e GED são a mesma coisa?

Não. Um GED guarda e recupera arquivos; um SIGAD governa documentos arquivísticos — com plano de classificação, tabela de temporalidade, trilha de auditoria e destinação final. Na prática, todo SIGAD faz o que um GED faz, mas nenhum GED atende sozinho ao que o e-ARQ Brasil exige.

Existe uma certificação oficial de SIGAD?

Não há selo emitido pelo CONARQ: o e-ARQ Brasil é um modelo de requisitos, e a aderência se demonstra requisito a requisito. Por isso entregamos a matriz de aderência do DocZ ao modelo, item por item — é esse documento que sustenta a avaliação técnica em uma contratação pública. Em outros mercados a régua é diferente: na saúde existe certificação formal, e o DocZ é certificado pela SBIS (S-RES, categoria Segurança da Informação, NGS2).

Preciso ter plano de classificação e tabela de temporalidade antes de implantar?

Precisa — e é comum não ter. Quando os instrumentos não existem ou estão desatualizados, eles fazem parte do escopo do projeto: nossos arquivistas elaboram ou revisam junto com a comissão de avaliação do órgão, antes da configuração do sistema.

O SIGAD serve para o acervo em papel também?

Serve. O documento físico é registrado no sistema com a mesma classificação e a mesma temporalidade do digital, e o endereço da caixa na estante fica associado ao registro. É assim que um acervo híbrido passa a ter uma fonte única de consulta.

Dá para integrar com o SEI, o PJe e os sistemas legados?

Sim. A camada de integração da plataforma — o InterDoc — conecta o DocZ ao SEI, ao PJe, a bases e a aplicações legadas, para que o documento circule entre os sistemas sem virar mais um silo.

Quanto tempo leva uma implantação?

Depende do que já existe. Quando os instrumentos arquivísticos estão válidos, a configuração e a entrada em operação assistida correm em poucos meses; quando é preciso elaborar código de classificação e tabela de temporalidade antes, essa etapa costuma dominar o cronograma. O diagnóstico inicial é justamente o que fecha esse número.

Empresas e órgãos que confiam na SOS Docs

Correios
Petrobras
SERPRO
Agência Nacional de Mineração
Banco de Brasília
Câmara dos Deputados
Senado Federal
Prodesp
Itaipu Binacional
Sebrae
SESI
Emgea
Tribunal de Contas da União
Funai
Polícia Rodoviária Federal
TRT2 São Paulo
INPI
ANEEL
UNESCO
Sesc
PNUD
IGESDF
Tribunal de Justiça do MS
TCDF
Correios
Petrobras
SERPRO
Agência Nacional de Mineração
Banco de Brasília
Câmara dos Deputados
Senado Federal
Prodesp
Itaipu Binacional
Sebrae
SESI
Emgea
Tribunal de Contas da União
Funai
Polícia Rodoviária Federal
TRT2 São Paulo
INPI
ANEEL
UNESCO
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PNUD
IGESDF
Tribunal de Justiça do MS
TCDF
Cases

Onde a gestão da informação gera impacto

Projetos que transformam informação em eficiência, governança e resultados duradouros.

Equipe do Grupo SOS Docs, em EPIs, higienizando e restaurando documentos danificados do acervo da Polícia Rodoviária Federal, com caixas de arquivo ao fundoCase — PRF

Do caos à nuvem.

100%

do acervo crítico recuperado e digitalizado

Após as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, resgatamos a memória institucional da corporação do acervo físico devastado à nuvem.

2.800 m

lineares resgatados

17.787

caixas tratadas

11 meses

de operação

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